domingo, 6 de novembro de 2011


Desmistificando a frase “consoles são para crianças e pcs para adultos”

Nos fóruns sobre games, em várias discussões e debates entre consolistas e pcistas, quase sempre vemos alguns pcistas dizerem que consoles são para crianças e PC para adultos, não sei em quais argumentos sólidos se baseiam para tal afirmação, de modo que fico até em dúvida se arrombo essa afirmação em pequenos tópicos ou num texto completo, mas seja qual for a forma escolhida fique tranqüilo, esse mito entre eles cairá por terra a partir de agora e de uma vez por todas.

A diferença entre console e PC

Na eletrônica a digital existem dois tipos de sistemas: genérico e dedicado. O PC é um sistema genérico, ou seja, é voltado para várias atividades, pode ter seu hardware alterado, manipulado, existe toda uma liberdade em relação a programas e tudo mais. Sistemas dedicados são calculadoras, videogames, dvdplayers, mp4, celular, ou seja, são sistemas feitos para um determinado tipo de tarefa específica, não permitindo alterações, e sempre realizando as mesmas funções, são sistemas inalteráveis, porém é garantido seu pleno funcionamento, prova disso é que quando você compra um jogo para console, você tem certeza que irá funcionar plenamente e funciona já o PC você só terá certeza quando chegar instalar e testar, e nem sempre funciona, até muitas das vezes mesmo nem funciona plenamente.

Na História

Agora vamos para um breve flashback, em meados de 83/85 enquanto os micros MSX e EGO desgraçavam as vistas de alguns pobres coitados, a Nintendo e a Sega faziam a alegria nos lares de milhares de famílias, com Mario, Sonic e tantos outros, tamanho foi o sucesso que os micros perderam feio a concorrência para os consoles. Isso tudo é histórico podendo ser pesquisado facilmente, os consoles no Brasil chegaram aos lares muito antes dos computadores, o que gerou o termo “Old School” no mundo dos games para designar aqueles que jogam desde o Atari, e, que ainda continuam acompanhando a saga dos videogames.

Alguns pcistas acéfalos

Uma das alegações dos pcistas para o dito “console é para criança e PC é para adulto” é a de que consoles não possuem jogos violentos e o PC sim, de forma que tal afirmação é tão absurda que é de cair o cu da bunda, quem diz isso não é digno de portar um cérebro dentro da privada craniana dele, esse argumento bizarro é tão simples de ser refutado que só vou citar dois jogos e quero que os pcistas encontrem um game de PC que seja mais violento que God of War e Mortal Kombat.

Conclusão

Os consoles chegaram aos lares com seus games muito antes dos PCs, fazendo com que tradição em games seja consoles e não PC, na periferia nem todo lar tem um PC, mas a maioria tem pelo menos um PS2 isso mostra como os videogames até mesmo nesta época chegam primeiro aos lares que os PCs, outro fato é que qualquer PC que você compre nas Casas Bahia, quase sempre não será capaz de rodar Battlefield 3, mas qualquer PS3 ou Xbox360 sim, provando de uma vez por todas que PC ainda está longe de um padrão para games.






sábado, 5 de novembro de 2011

Console wars, fanboys, sonystas, caxistas, pcistas, nintendistas.


Desde os primórdios do mundo dos vídeo games, marcas e empresas sempre brigaram pelo primeiro lugar, cada uma lutando da maneira que pode para morder a maior fatia de público possível, e essa guerra não é de hoje, quem não se lembra da épica batalha entre Nintendo x Sega? Sonic x Mario? Fato é que essa guerra sempre existiu desde o início e perdura até os dias de hoje. Poderíamos dizer então que console wars é uma guerra entre empresas que produzem games e consoles? Sim mas não só isso, essa palavra hoje tem uma conotação um pouco mais pejorativa, pois se de um lado as empresas encaram essa guerra de maneira profissional do outro lado existem os consumidores, e é graças a esses que hoje a palavra console wars tem um sentido exclamativo, palavra que quer dizer "fãs que brigam pelos seus consoles" situação a qual dá origem a outro termo que é o "Fanboy" que quer dizer "extremismo por um console" quando se trata de games claro, há, no entanto outros termos como "sonystas" fãs da sony e seus produtos, "caxistas" fãs do xbox360 e derivados, "nintendistas" fãs da nintendo e finalmente os "pcistas" que são os entusiastas da plataforma pc e haja entusiasmo em, ser pcista não deve ser fácil.





Mas qual seria a razão por trás de tanta discussão, por uma coisa que é de cunho pessoal? A resposta pode ser simples, o ser humano cria vínculo e dependência com tudo aquilo lhe trás prazer e diversão, sendo assim o vínculo é parte do indivíduo, ou seja, na cabeça de um caixista seu 360 é como se fosse uma parte de si, sendo assim toda vez que alguém diz "Xbacon" ou "3RL" ou "Gays of War", automaticamente o caixista parte em defesa de sua plataforma porque ele sente como se o tivessem xingando tomando assim pra si todas as dores do console, funciona mais ou menos assim, existem outros fatores, mas o espaço aqui vai ficar muito carregado.

Mas até onde o fanboy está certo ou errado? Até onde seu "fanboyolismo" pode o prejudicar? Uma coisa é certa todo mundo tem o direito de admirar e defender sua plataforma, desde que haja respeito entre as pessoas, eu vejo muitas pessoas dizendo assim: "a esses fanboys idiotas ficam brigando por causa de um jogo/console e as empresas nem sabem que eles existem", tá peraí e brigar/matar/discutir por causa de futebol não é idiotice não né? Ou seja, a mesma pessoa que critica aqueles que defendem suas plataformas é o mesmo idiota que vai brigar com seus amigos e parentes por causa de futebol. Pelo menos o console é algo que você está usufruindo e lhe trás benefícios já o futebol meu irmão só vai trazer benefício para quem joga já para quem assiste não tenho certeza.

Concluindo não há problema algum em você ser fã e defender sua plataforma desde que haja respeito, se podem defender o são paulo, palmeiras, vasco, flamengo porque você não pode defender a sony, microsoft e nintendo? Ou seus games favoritos? Essa preferência move o mundo dos games, e você faz parte dela, sempre haverá disputas em torno de tudo, defenda sua plataforma, mas ao mesmo tempo tome cuidado para não perder a oportunidade de conhecer outros jogos e vantagens que só as "rivais" oferecem.